Febre de Sentir

Que há-de alguém confessar que valha ou que sirva? O que nos sucedeu, ou sucedeu a toda a gente ou só a nós; num caso não é novidade, e no outro não é de compreender. Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a FEBRE DE SENTIR (O Livro do Desassossego, Fernando Pessoa)

8.27.2005

vida de militar

não tenho mais vida social, isso inclui entrar na internet e escrever no blog!

em contrapartida, agora sou uma pessoa:

* que entende de orfidismo (cobraaaaaaaaaaas)
* que sabe dar nós e fazer amarrações nunca dantes imaginados pra fazer rapel
* que sabe se orientar na mata pelo musgo que cresce na árvore
* pela bússola, cruzeiro do sul, etc, etc.
* que atira de pistola 9 mm
* que monta e desmonta um fuzil automático (minha FAL)
* que anda de coturno
* que treina defesa pessoal

que vai amanhã pro treinamento de campo e não sabe se volta viva...

8.14.2005

O pior de tudo é perder a rotina do dia pra noite. E eu que sempre gostei de previsibilidade me vi sem chão. Aí, também do dia pra noite, as coisas vão voltando ao eixo...

Não passei no Aplicação, fico pelo colégio militar mesmo.

Eu o dileto voltamos, eu já meio que bloqueada que isso aconteceria. Mas bastou passar uma tarde com ele pra voltar tudo ao que era antes. Terei eu ficado um pouquinho endurecida com essa história?

Ainda volto pra contar as histórias do meu treinamento militar, estou pagando todos os pecados que tenho e ainda fico com crédito!